Em 21 de junho de 1964, morriam perto da cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos, três militantes dos direitos civis. Dois eram brancos e um negro, todos na faixa dos 20 anos.
Após terminarem seu trabalho voluntário, foram parados pela polícia e achados somente 44 dias depois, assassinados. Os dois jovens brancos foram fuzilados e o negro, espancado até a morte. Para saber mais sobre esse fato, vale a pena assistir o filme "Mississipi em chamas", de Alan Parker.
Imediatamente a Ku Klux Klan (organização racista dos Estados Unidos) foi considerada responsável pela chacina. Das dezoito pessoas acusadas, sete foram consideradas culpadas e o restante, entre elas o xerife local e o chefe da Ku Klux Klan, absolvidas. Atualmente, a organização racista, apesar de muito pequena, ainda existe.
A história foi filmada e lançado em 1988, com direção de Alan Parker e roteiro de Chris Gerolmo. O filme, disponível nas locadoras, conta de maneira fictícia a investigação que dois agentes do FBI fizeram do brutal massacre. Vale a pena assistir.