- 1969 – Junta dos três ministro militares assume a Presidência face à doença do general Costa e Silva, proferindo o vice Pedro Aleixo, com base no AI-12. A alcunha 3 Patetas é dada anos depois, sem citar nomes, por Ulisses Guimarães.
- 1889 – Últimas eleições do Império. Como de hábito, o governo (liberal) faz ampla maioria. Os republicanos têm 14% dos votos.
- 1919 – Greve geral em Porto Alegre, a partir da Light, reprimida a tiros.
- 1942 – Declaração de guerra à Alemanha e Itália; estado de guerra em todo o Brasil.
- 1979 – 1º Congresso da Mulher Metalúrgica de São Paulo.
- 1983 – A seca provoca saques em Mossoró, Rio Grande do Norte, e Quixeramobim, Ceará.
- 1984 – Ato do PT reúne mil pessoas pelas Diretas Já e contra a participação no Colégio Eleitoral em São Paulo. Seguem-se atos no Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Hoje na História
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Hoje na História
Dia 24 de agosto
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Hoje na história - 12/agosto
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Justiça suspende venda da Schincariol para a japonesa Kirin
Os sócios minoritários da Schincariol, detentores de 49,55% das ações da empresa, conseguiram suspender a venda da empresa para a japonesa Kirin. A companhia japonesa comprou 50,45% de participação dos irmãos Alexandre e Adriano Schincariol por cerca de R$ 4 bilhões.
A juíza Juliana Bicudo, da 1ª Vara Cível da Comarca de Itu, deferiu parcialmente o pedido de ação cautelar proposta pelos sócios.
Salários muito baixos
O Brasil tem o mais baixo valor de encargos trabalhistas entre 34 países pesquisados pelo Departamento de Estatística do Trabalho dos EUA (BLS, sigla em inglês). Em dólares, a média brasileira é de US$ 2,70 a hora, enquanto a média das outras 33 nações avaliadas é de US$ 5,80 por hora. Um outro dado: enquanto na Alemanha o preço da força de trabalho é de U$36,07 a hora e nos Estados Unidos de US$ 25,65, no Brasil a mão de obra/hora é de US$ 6,93.
Dieese contesta patrões da Fiesp
O Dieese emitiu nota técnica sustentando que os encargos sociais no Brasil representam apenas 25,1% da remuneração total do trabalhador, contestando dados divulgados pela Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), que coloca o Brasil entre os países de encargos mais caros no mundo. No próximo período, a questão da desoneração da folha de pagamento deve ser motivo de disputa entre o movimento sindical e as entidades patronais. O argumento do Dieese é de que o levantamento usado para afirmar que o empregado tem um custo excessivo para a empresa considera como salário apenas a remuneração de tempo efetivamente trabalhado, excluindo partes importantes da remuneração salarial, como pagamento de férias remuneradas, 13º salário; aviso prévio em caso de demissão sem justa causa por iniciativa do empregador, etc.
Hoje na História
Dia 5 de agosto
1895 – Morre em Londres o pensador e militante revolucionário alemão Friedrich Engels, fundador ao lado de Marx do socialismo científico, autor de várias obras teóricas.
1962 – Nelson Mandela é preso pelo regime racista sul-africano, dirigente da Umkhonto we Siswe (a Lança da Nação), a guerrilha do CNA. Viverá 27 anos no cárcere por recursar-se a assinar documento renegando a luta armada.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Hoje na História
Dia 3 de agosto
1880 – José do Patrocínio inicia conferências pró-abolição no teatro São Luís, Rio.
TST garante estabilidade para acidentado na experiência
A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho (TST) firmou jurisprudência no sentido de que o trabalhador que sofre acidente de trabalho no curso do período de experiência tem direito à estabilidade de 12 meses, prevista no Artigo 118 da Lei nº 8213/1991 que dispõe sobre planos e benefícios da Previdência.
Segundo entendimento da SDI-1, nesse tipo de relação existe a intenção das partes de transformar o contrato a termo em contrato por prazo indeterminado se, ao término da experiência, o trabalhador se mostrar apto para a função. Sendo assim, dispensá-lo logo após retorno de afastamento para tratamento médico, porque vencido o prazo de experiência, é ato discriminatório.
Proteção - Para a ministra Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, relatora do caso, como o empregador é responsável pela proteção, segurança e integridade física e mental de seus empregados, o rompimento do contrato logo após o retorno do afastamento causado por acidente de trabalho “não se harmoniza com a boa-fé objetiva, tampouco com a função social da empresa”.
Mais informações: www.tst.gov.br
Segundo entendimento da SDI-1, nesse tipo de relação existe a intenção das partes de transformar o contrato a termo em contrato por prazo indeterminado se, ao término da experiência, o trabalhador se mostrar apto para a função. Sendo assim, dispensá-lo logo após retorno de afastamento para tratamento médico, porque vencido o prazo de experiência, é ato discriminatório.
Proteção - Para a ministra Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, relatora do caso, como o empregador é responsável pela proteção, segurança e integridade física e mental de seus empregados, o rompimento do contrato logo após o retorno do afastamento causado por acidente de trabalho “não se harmoniza com a boa-fé objetiva, tampouco com a função social da empresa”.
Mais informações: www.tst.gov.br
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Cervejaria japonesa compra Schincariol por R$ 3,95 bi
A cervejaria japonesa Kirin anunciou hoje a compra de uma participação de 50,45% na brasileira Schincariol, terminando com meses de especulações sobre a venda da vice-líder do mercado nacional de cerveja, com quase 11% de participação. O grupo japonês adquiriu todas as ações de Alexandre e Adriano Schincariol por R$ 3,95 bilhões.
O valor será pago amanhã de acordo com comunicado divulgado pela empresa japonesa. A Kirin informou que angariou o valor por meio de recursos próprios e empréstimos. "A compra dá à Kirin uma sólida base no mercado brasileiro, que cresce rapidamente, e se soma à base que a companhia já detém na Ásia e na Oceania."
O grupo japonês afirma que a compra da Schincariol faz parte de sua estratégia de expansão territorial como forma de ganhar mercado. "O mercado brasileiro (de bebidas) deverá manter crescimento estável por conta da expansão econômica do Brasil e do contínuo aumento da renda pessoal da população", afirma.
Fonte: Agência Estado
O valor será pago amanhã de acordo com comunicado divulgado pela empresa japonesa. A Kirin informou que angariou o valor por meio de recursos próprios e empréstimos. "A compra dá à Kirin uma sólida base no mercado brasileiro, que cresce rapidamente, e se soma à base que a companhia já detém na Ásia e na Oceania."
O grupo japonês afirma que a compra da Schincariol faz parte de sua estratégia de expansão territorial como forma de ganhar mercado. "O mercado brasileiro (de bebidas) deverá manter crescimento estável por conta da expansão econômica do Brasil e do contínuo aumento da renda pessoal da população", afirma.
Fonte: Agência Estado
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