A cada dia fica mais claro que a direita brasileira ainda não aceita que o governo seja coordenado por um partido de origem popular, que vence sucessivas eleições desde o ano de 2002. Com apoio de “certa mídia”, ela articula e manobra um golpe, ora em curso.
Isto faz lembrar de 1964, quando, em nome do “combate à corrupção”, os mesmos jornalões falavam de “ética” contra o governo trabalhista de então, cujo “crime” era combater a desigualdade que maltrata a maioria do povo, há mais de 500 anos.
O governo João Goulart pagou caro pela tentativa de efetivar, entre outros, a tão sonhada “reforma agrária” que, à época, tinha muito mais importância do que hoje: a propriedade da terra. Os golpistas de 64 não poderiam aceitar tamanha audácia.
Mas os jornais da época jamais mencionavam que os ricos concentravam parcela fabulosa da renda e das terras, em detrimento da maioria. Não: o discurso era que o povo estava sendo roubado pelo governo. E assim foi construída a conspiração para justificar o golpe, através da força bruta.
E desde então, vários episódios repetem a mesma estratégia: o poder econômico impede o avanço das forças populares, através de golpes articulados sob o discurso da moralidade e do combate à corrupção. É mais um dos artifícios do capital e das elites para manter a esquerda e as forças populares longe do poder de Estado.
Entre todas as razões para o golpismo se erguer de novo neste ano de 2012, estão os avanços das conquistas do povo trabalhador, que marcam os governos Lula e Dilma. Por isso não cessam as acusações de corrupção ao grupo político que, no poder, é responsável por, em dez anos, devolver dignidade, auto estima, pão, trabalho e alegria ao povo brasileiro.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Boris Casoy condenado: vai dar no CQC e no Jornal da Band?
Uma das notícias mais comentadas nas redes sociais neste fim de semana foi a
condenação por danos morais do apresentador do Jornal da Band, Boris Casoy, na
ação movida contra ele por advogados que representaram o gari Francisco Gabriel
de Lima. Bóris e a TV Bandeirantes terão de pagar uma indenização de R$ 21
mil.
A história ocorreu em 2009 e envolve preconceito e discriminação. Na época, ao lado de outro trabalhador, Francisco foi personagem de uma reportagem do jornal que terminou com a dupla desejando “um feliz Natal” a todos os brasileiros. O vazamento de um áudio expôs o verdadeiro perfil do apresentador, que comentou rindo: “que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras, o mais baixo na escala do trabalho”.
Clique aqui para relembrar o caso.
A falha técnica acabou por escancarar o incômodo que causam os trabalhadores, especialmente aqueles considerados eternos subalternos aos olhos da elite brasileira. Quando não ocupam o lugar que aos olhos dos conservadores deveria lhes caber, provocam arrepios. Seja com uma vassoura, seja com bandeiras nas ruas lutando por direitos e arrancando conquistas.
Incomodam quando entram na universidade, quando ocupam lugar no elevador social e não mais o de serviço e quando passam a frequentar lugares anteriormente destinados a uma minúscula fatia social. Como a presidência da República. Aí, causam mesmo é a sensação de que chegaram longe demais. Precisam ser combatidos.
Seria muito bom para o país que a condenação de Boris Casoy servisse para uma profunda reflexão sobre a forma como os grandes meios de comunicação retratam a maior parte dos brasileiros e também sobre a necessidade de lutarmos pela democratização do acesso à informação no Brasil.
Cabe verificar nesta semana se programas da emissora como o CQC, o Pânico (onde há uma personagem baseada em Boris Casoi), e o Jornal da Band tratarão do tema neste semana. Será que os jornalistas comentarão o caso?”
Para finalizar, deixo aqui o link da nota que a CUT e a Confederação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços divulgaram na época do caso.
A história ocorreu em 2009 e envolve preconceito e discriminação. Na época, ao lado de outro trabalhador, Francisco foi personagem de uma reportagem do jornal que terminou com a dupla desejando “um feliz Natal” a todos os brasileiros. O vazamento de um áudio expôs o verdadeiro perfil do apresentador, que comentou rindo: “que merda, dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras, o mais baixo na escala do trabalho”.
Clique aqui para relembrar o caso.
A falha técnica acabou por escancarar o incômodo que causam os trabalhadores, especialmente aqueles considerados eternos subalternos aos olhos da elite brasileira. Quando não ocupam o lugar que aos olhos dos conservadores deveria lhes caber, provocam arrepios. Seja com uma vassoura, seja com bandeiras nas ruas lutando por direitos e arrancando conquistas.
Incomodam quando entram na universidade, quando ocupam lugar no elevador social e não mais o de serviço e quando passam a frequentar lugares anteriormente destinados a uma minúscula fatia social. Como a presidência da República. Aí, causam mesmo é a sensação de que chegaram longe demais. Precisam ser combatidos.
Seria muito bom para o país que a condenação de Boris Casoy servisse para uma profunda reflexão sobre a forma como os grandes meios de comunicação retratam a maior parte dos brasileiros e também sobre a necessidade de lutarmos pela democratização do acesso à informação no Brasil.
Cabe verificar nesta semana se programas da emissora como o CQC, o Pânico (onde há uma personagem baseada em Boris Casoi), e o Jornal da Band tratarão do tema neste semana. Será que os jornalistas comentarão o caso?”
Para finalizar, deixo aqui o link da nota que a CUT e a Confederação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços divulgaram na época do caso.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Schincariol muda de nome e passa a se chamar Brasil Kirin
A fabricante de bebidas Schincariol anunciou no dia 12 que mudou de nome e que passará a se chamar Brasil Kirin. O grupo japonês Kirin, adquiriu o controle acionário pleno da Schincariol, em 2011.
Segundo a companhia, o processo de incorporação e remodelação de gestão acontece desde o início deste ano. De janeiro a outubro deste ano, a Brasil Kirin cresceu 12% em faturamento e 9,9% em volume no segmento de cervejas, segundo apurado pelo Sicobe ( Sistema de Controle de Produção de Bebidas).
Os trabalhadores esperam que a mudança na razão social não resulte em ainda maior prezarização das condições de trabalho.
Q
Segundo a companhia, o processo de incorporação e remodelação de gestão acontece desde o início deste ano. De janeiro a outubro deste ano, a Brasil Kirin cresceu 12% em faturamento e 9,9% em volume no segmento de cervejas, segundo apurado pelo Sicobe ( Sistema de Controle de Produção de Bebidas).
Os trabalhadores esperam que a mudança na razão social não resulte em ainda maior prezarização das condições de trabalho.
Q
Salário mínimo deve ir a R$ 674,95 em 2013
O governo federal elevou para 5,63% a previsão de reajuste do salário mínimo para 2013, que passará, se a proposta for aprovada no Congresso Nacional, dos atuais R$ 622 para R$ 674,95.
Segundo nota da Agência Brasil, o reajuste se deve à atualização dos cálculos para inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para 2012, um dos fatores usados para defiir o aumento do mínimo. O outro fator é a variação do PIB no anterior – no caso, 2011.
Segundo nota da Agência Brasil, o reajuste se deve à atualização dos cálculos para inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para 2012, um dos fatores usados para defiir o aumento do mínimo. O outro fator é a variação do PIB no anterior – no caso, 2011.
Câmara aprova criação do vale-cultura de R$ 50 mensais para trabalhador
O plenário aprovou, nesta quarta-feira (21), o PL 4.682/12 que cria o vale-cultura, no valor de R$ 50 mensais para os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Terá direito o trabalhador que receba até cinco salários mínimos.
A matéria, aprovada na forma de um substitutivo, será enviada para análise do Senado.
O vale-cultura já tinha sido aprovado pela Câmara em 2009, com um texto alternativo ao PL 5.798/09, do Executivo. O Senado também revisou o projeto, enviando emendas à Câmara. Entretanto, não houve acordo sobre o mérito para votar esse texto.
Oposição questiona
Apesar de não obstruir a votação, o deputado Mendonça Filho (PE), vice-líder do DEM, disse que a matéria tem vício de iniciativa, porque a criação de despesas para o Executivo só pode ocorrer por meio de um projeto de lei do Planalto.
O vale-cultura será fornecido pelas empresas preferencialmente em meio magnético. Se atendidos todos os empregados que ganham até cinco mínimos, os trabalhadores com renda superior também poderão contar com o benefício.
Um regulamento definirá o percentual de desconto que poderá ser feito dos salários maiores que cinco mínimos, que variará de 20% a 90% do valor do vale. O desconto é semelhante ao que ocorre com o vale-transporte.
No caso de quem recebe até cinco salários, o desconto será de 10% do vale, no máximo.
Produtos culturais
O vale poderá ser usado para acessar serviços e produtos culturais nas áreas de artes visuais; artes cênicas; audiovisual; literatura, humanidades e informação; música; e patrimônio cultural.
O substitutivo aprovado pelo Plenário excluiu estagiários e dependentes dos empregados como possíveis beneficiários do Programa de Cultura do Trabalhador, a ser gerido pelo Ministério da Cultura.
Benefício fiscal
O programa terá as empresas operadoras, responsáveis por produzir e comercializar o vale-cultura; e as empresas beneficiárias, autorizadas a distribuir o vale em troca da dedução de seu valor do Imposto de Renda da pessoa jurídica tributada com base no lucro real.
Esse benefício para as empresas participantes poderá ser usufruído até 2017 e será limitado a 1% do imposto devido.
Os valores recebidos não serão considerados para efeitos de tributação do rendimento do trabalhador ou de base de cálculo para a contribuição previdenciária ou para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Penalidades
As empresas operadoras ou beneficiárias estarão sujeitas a penalidades caso executem inadequadamente as regras do programa.
As punições vão desde o pagamento do valor que deixou de ser recolhido como imposto até a perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento em bancos oficiais e proibição de contratar com a administração pública por dois anos.
(Fonte: Agência Câmara)
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Dieese: negros são os que mais sofrem com o desemprego
Levantamento divulgado leva em consideração as regiões metropolitanas de BH, Fortaleza, Porto Alegre, do Recife, de Salvador, São Paulo e do DF
Apesar de maioria da população economicamente ativa (PEA), os negros são os que mais sofrem com o desemprego. Os dados constam da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), referente a 2011, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceira com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e o Ministério do Trabalho (MTE).
O levantamento divulgado nesta segunda-feira (19), leva em consideração as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, do Recife, de Salvador, São Paulo e do Distrito Federal.
Nas regiões pesquisadas, verificou-se uma participação superior da população negra na PEA, comparada à da parcela não negra. De acordo com a pesquisa, à exceção de Fortaleza e Porto Alegre, onde as taxas de participação de negros e não negros eram semelhantes em 2011, nas demais regiões, as inserções no mercado de trabalho dos negros foram sempre mais elevadas.
Em Belo Horizonte, 57,3% da população negra participam da PEA, ante 56,7% da população não negra; no Distrito Federal o percentual é 63,7% (negra) e 62,7% (não negra); em Fortaleza, negra (58,1%) e não negra (58,4%); Porto Alegre, negra (57%) e não negra (57,1%); no Recife, 54,7% (negra) e 54,3% (não negra), em Salvador, negra (56,5%) e não negra (56,4%); e São Paulo, 63,7% (negra) e 62,9%(não negra).
“Apesar da intensidade da presença dos negros no mercado de trabalho metropolitano, esse segmento populacional ainda convive com patamares de desemprego mais elevados. No último ano, a proporção de negros no contingente de desempregados na maioria das regiões foi superior a 60%, exceto nas regiões metropolitanas de Porto Alegre (18,2%) e São Paulo (40,0%)”, diz a pesquisa.
Quando a análise é com base na cor da pele e também no sexo, destaca-se a discriminação sobre as mulheres negras – que sofrem as mais elevadas taxas de desemprego em comparação aos demais grupos, inclusive as mulheres não negras. Na região metropolitana do Recife, a taxa de desemprego das mulheres negras (18,1%) e de não negras (13,60%). Em Fortaleza, mulheres negras (11%) e não negras (9,9%).
A pesquisa mostra ainda que a remuneração dos negros é inferior em todas as regiões metropolitanas pesquisadas. Em Salvador e São Paulo, a hora trabalhada dos negros correspondia, respectivamente, a 60,9% e 61%. As situações menos desiguais foram encontradas em Fortaleza e Porto Alegre, onde os valores das horas trabalhadas dos ocupados negros equivaliam a 73,3% e 70,6% dos não negros, respectivamente.
(Fonte: Agência Brasil)
Apesar de maioria da população economicamente ativa (PEA), os negros são os que mais sofrem com o desemprego. Os dados constam da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), referente a 2011, feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceira com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e o Ministério do Trabalho (MTE).
O levantamento divulgado nesta segunda-feira (19), leva em consideração as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, do Recife, de Salvador, São Paulo e do Distrito Federal.
Nas regiões pesquisadas, verificou-se uma participação superior da população negra na PEA, comparada à da parcela não negra. De acordo com a pesquisa, à exceção de Fortaleza e Porto Alegre, onde as taxas de participação de negros e não negros eram semelhantes em 2011, nas demais regiões, as inserções no mercado de trabalho dos negros foram sempre mais elevadas.
Em Belo Horizonte, 57,3% da população negra participam da PEA, ante 56,7% da população não negra; no Distrito Federal o percentual é 63,7% (negra) e 62,7% (não negra); em Fortaleza, negra (58,1%) e não negra (58,4%); Porto Alegre, negra (57%) e não negra (57,1%); no Recife, 54,7% (negra) e 54,3% (não negra), em Salvador, negra (56,5%) e não negra (56,4%); e São Paulo, 63,7% (negra) e 62,9%(não negra).
“Apesar da intensidade da presença dos negros no mercado de trabalho metropolitano, esse segmento populacional ainda convive com patamares de desemprego mais elevados. No último ano, a proporção de negros no contingente de desempregados na maioria das regiões foi superior a 60%, exceto nas regiões metropolitanas de Porto Alegre (18,2%) e São Paulo (40,0%)”, diz a pesquisa.
Quando a análise é com base na cor da pele e também no sexo, destaca-se a discriminação sobre as mulheres negras – que sofrem as mais elevadas taxas de desemprego em comparação aos demais grupos, inclusive as mulheres não negras. Na região metropolitana do Recife, a taxa de desemprego das mulheres negras (18,1%) e de não negras (13,60%). Em Fortaleza, mulheres negras (11%) e não negras (9,9%).
A pesquisa mostra ainda que a remuneração dos negros é inferior em todas as regiões metropolitanas pesquisadas. Em Salvador e São Paulo, a hora trabalhada dos negros correspondia, respectivamente, a 60,9% e 61%. As situações menos desiguais foram encontradas em Fortaleza e Porto Alegre, onde os valores das horas trabalhadas dos ocupados negros equivaliam a 73,3% e 70,6% dos não negros, respectivamente.
(Fonte: Agência Brasil)
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Indústria precisa de 7,2 milhões de técnicos até 2015
A necessidade de mão de obra especializada na indústria é crescente. Até 2015, o País terá de formar 7,2 milhões de trabalhadores em cursos técnicos e de média qualificação para atuar em 177 ocupações industriais.
Isso significa que a demanda por esses profissionais para os próximos três anos é 24% maior que a de 2008 a 2011, aponta o Mapa do Trabalho Industrial 2012 feito pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Serão 1,1 milhão de novas oportunidades de emprego até 2015 para os jovens que vão ingressar no mercado de trabalho.
As indústrias de bebidas, alimentos e vestuário, as construtoras, fabricantes de veículos, indústrias de máquinas e equipamentos serão responsáveis por cerca de 50% das novas vagas, algo em torno de 600 mil postos de trabalho.
A maior necessidade de profissionais qualificados se concentra nas Regiões Sudeste (57,6%) e Sul (20,9%), especialmente nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. Pelo estudo, nas demais regiões, aparece na frente o Nordeste (11,9%) seguido pelo Centro-Oeste (5,5%) e Norte (4,1%).
A pesquisa indica que os cursos profissionalizantes de 200 a 400 horas serão os mais requisitados, com destaque para a preparação para indústria de alimentos e de operadores para o setor de vestuário. Os cursos técnicos com duração média de 18 a 24 meses com carga horária de 1.000 a 1.400 horas estarão voltados à formação de técnicos de controle de produção.
Isso significa que a demanda por esses profissionais para os próximos três anos é 24% maior que a de 2008 a 2011, aponta o Mapa do Trabalho Industrial 2012 feito pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Serão 1,1 milhão de novas oportunidades de emprego até 2015 para os jovens que vão ingressar no mercado de trabalho.
As indústrias de bebidas, alimentos e vestuário, as construtoras, fabricantes de veículos, indústrias de máquinas e equipamentos serão responsáveis por cerca de 50% das novas vagas, algo em torno de 600 mil postos de trabalho.
A maior necessidade de profissionais qualificados se concentra nas Regiões Sudeste (57,6%) e Sul (20,9%), especialmente nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. Pelo estudo, nas demais regiões, aparece na frente o Nordeste (11,9%) seguido pelo Centro-Oeste (5,5%) e Norte (4,1%).
A pesquisa indica que os cursos profissionalizantes de 200 a 400 horas serão os mais requisitados, com destaque para a preparação para indústria de alimentos e de operadores para o setor de vestuário. Os cursos técnicos com duração média de 18 a 24 meses com carga horária de 1.000 a 1.400 horas estarão voltados à formação de técnicos de controle de produção.
Assinar:
Postagens (Atom)