quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sudeste concentra mais de 50% das empresas, pessoal e salários, diz IBGE

A região Sudeste concentra não apenas o maior número de empresas, como também mais de 50% das unidades locais dessas empresas, do pessoal ocupado e da massa salarial paga no País. As informações são do Cadastro Central de Empresas 2009 (Cempre), divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Sudeste contava com 51,7% dos 5,2 milhões de unidades locais de empresas ativas em 2009. Em segundo lugar, está a região Sul, com 21,9%, seguida por Nordeste (15,6%), Centro-Oeste (7,4%) e Norte (3,5%).
Quanto ao volume de empregados assalariados, o Sudeste concentrava 51,4% do montante total, seguido pelas regiões Nordeste (18,1%), Sul (17,0%), Centro-Oeste (8,0%) e Norte (5,4%).
Do total de salários e outras remunerações, que somaram R$ 781,9 bilhões em todo o País, 55,9% foram pagos na região Sudeste, 15,3% no Sul, 13,9% no Nordeste, 10,0% no Centro-Oeste e 4,9% no Norte.
Na classificação por nível de escolaridade, o Sudeste concentrava 63,8% dos trabalhadores com curso superior, seguido pelo Sul (15,0%), Nordeste (11,7%), Centro-Oeste (6,8%) e Norte (2,7%).
Embora tenha apresentado a maior concentração de trabalhadores qualificados, a região Sudeste ainda detinha 89,2% da força de trabalho assalariada sem formação superior. Os números no resto do País foram ainda piores: 93,9% dos empregados não tinham curso superior no Norte, 93,0% no Nordeste, 92,4% no Sul e 91,1% no Centro-Oeste.
São Paulo concentra um terço dos salários pagos por empresasO Estado de São Paulo concentra mais de um terço dos salários e remunerações pagos a trabalhadores assalariados de empresas no País. De um montante de R$ 781,9 bilhões, 34,2% são recebidos por empregados no Estado, segundo o Cadastro Central de Empresas 2009 (Cempre), divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
São Paulo tinha ainda 31,4% das unidades locais das empresas ativas em 2009 e 29,6% dos funcionários assalariados.
De acordo com o levantamento, o Estado de Minas Gerais aparece em segundo lugar em unidades locais (11%) e pessoal ocupado assalariado (10,3%), mas perde para o Rio de Janeiro em volume de salários e outras remunerações (11%).

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